Dia da libertação.

Hoje o dia será uma grande incógnita, anunciado com popa nos últimos dias, Donald Trump classificou esse 02 de abril como o dia da libertação.

Dentro do aguardado, devem ser anunciadas tarifas extras para produtos e países que os EUA julgam levar desvantagens comerciais.

Existe forte apreensão dos governantes, que ainda não sabem lidar com o mandatário norte-americano.

A expectativa é de que o Brasil também seja afetado, neste final de semana integrantes da equipe econômica de Trump citaram o Brasil como exemplo de pais que não é justo com os EUA.

O que se percebe é que vários países estão preparando medidas de contra-ataque, e devem anunciar tarifas reciprocas aos EUA, aqui no Brasil o movimento ganhou força, inclusive com um projeto de lei, que já passou no Senado, dando aval ao governo para seguir nesta direção.

Donald Trump fará um discurso hoje às 16:00h.

Em meio a esse cenário o carry trade continua se destacando, ontem o real voltou a se valorizar perante o dólar com os estrangeiros aportando capital para aplicações financeiras.

Depois de uma manhã sem muita definição, o dólar caiu bem na parte da tarde e fechou em torno de 5,69, o Ibovespa fechou em alta de +0,68% aos 131.147 pontos.

No exterior o índice DXY trabalha em baixa de -0,14% aos 103.802 pontos.

Os índices acionários europeus e os futuros norte-americanos trabalham em baixa.

Olhares atentos no índice de produção industrial aqui no Brasil e no discurso de Trump.

As cotações do petróleo trabalham em baixa de -0,30% na média.

O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens (11h:30).

AGENDA ECONOMICA: Principais divulgações

BRASIL: receita tributária federal (08h:30), produção industrial (09:00h), fluxo cambial estrangeiro (14h:30).

EUROPA: discursos de membros do BCE (a partir das 07h:30).

EUA: dados hipotecários (08:00h), estoques de petróleo (11h:30), discurso de Trump (16:00).

BOLSAS DE VALORES

ÁSIA: Shanghai: +0,05%, Hong Kong: -0,02%, Tokio: +0,28%.

EUROPA: trabalham em baixa de -0,15% na média.

EUA índices futuros: trabalham em baixa de -0,48% na média.