Segundo trimestre começa com ameaças de Trump no ar.
Classificado como o “dia da libertação”, amanhã Donald Trump prometeu divulgar o novo tarifaço, que desta vez vai atingir todos os países que fazem negócios com o EUA, sejam “parceiros” ou não.
Os tarifaços de Donald Trump estão mexendo com os índices acionários, as bolsas de valores dos EUA tiveram o pior trimestre desde 2022.
Os preços do petróleo disparam ontem a tarde com a possibilidade de Trump anunciar sansões sobre a commoditie de países como a Rússia e o Irã, grandes produtores mundiais.
Ontem por ser o último dia do mês e do primeiro trimestre, o que se viu foi uma forte volatilidade nos mercados.
O Ibovespa fechou em queda de -1,26% aos 130.260 pontos.
O dólar teve um dia de “gangorra”, a formação da PTAX sempre deixa o mercado de cambio bem volátil, e o Real foi uma das poucas moedas que subiram perante o dólar, indo na contramão do que se viu no exterior.
O dólar encostou perto de 5,80 pela manhã, depois que a PTAX foi formada caiu até a mínima dos últimos dias, fechando em 5,71.
Com a queda de ontem (-0,97%), o dólar acumulou queda de -7,64% com relação ao real neste primeiro trimestre.
No exterior o índice DXY trabalha em baixa de -0,05% aos 103.870 pontos.
Os índices acionários europeus trabalham em alta, os futuros norte-americanos em baixa nesta manhã.
Olhares atentos no PMI industrial e índice de ofertas de emprego nos EUA.
As cotações do petróleo trabalham em alta de +0,70% na média, o barril do Brent está sendo negociado em torno de usd.75,27, e o barril do WTI em usd.71,97.
O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens (11h:30).
AGENDA ECONOMICA: Principais divulgações
BRASIL: PMI industrial (10:00h), receita tributária federal (12h:30),
EUROPA: índices de preços ao consumidor da zona do euro (06:00), discurso da Presidente do BCE (09h:30),
EUA: PMI industrial (10h:45), ofertas de empregos (11:00h).
BOLSAS DE VALORES
ÁSIA: Shanghai: +0,38%, Hong Kong: +0,38%, Tokio: -0,14%.
EUROPA: trabalham em alta de +0,75% na média.
EUA índices futuros: trabalham em baixa de -0,55% na média.