Perspectivas para a semana de 10 a 14 de junho de 2013

Publicado em 10/06/2013

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Segundo a Tendências Consultoria, os mercados internacionais ainda devem ter uma semana de volatilidade, diante das incertezas elevadas que persistem acerca de dois aspectos de grande relevância: a política monetária norte-americana e as perspectivas para a economia da China. Neste caso, dados que saem no final de semana sobre a economia chinesa vão direcionar os preços no início da semana, que será mais fraca em indicadores nas outras regiões. Na quinta-feira e na sexta-feira, entretanto, as atenções retornam aos Estados Unidos, com números da indústria e do varejo de maio, que devem influenciar a visão dos agentes em torno das perspectivas para a política monPerspectivas para a semana de 10 a 14 de junho de 2013

Segundo a Tendências Consultoria, os mercados internacionais ainda devem ter uma semana de volatilidade, diante das incertezas elevadas que persistem acerca de dois aspectos de grande relevância: a política monetária norte-americana e as perspectivas para a economia da China. Neste caso, dados que saem no final de semana sobre a economia chinesa vão direcionar os preços no início da semana, que será mais fraca em indicadores nas outras regiões. Na quinta-feira e na sexta-feira, entretanto, as atenções retornam aos Estados Unidos, com números da indústria e do varejo de maio, que devem influenciar a visão dos agentes em torno das perspectivas para a política monetária do país.

No Brasil, os dias têm sido mais movimentados, não apenas pela instabilidade externa, mas também por diversos fatores domésticos de grande relevância. O dólar tem mantido elevada volatilidade, diante do comportamento global da moeda e em meio a este cenário de reavaliação dos investidores com relação ao Brasil. A decisão de remover o IOF de 6% na renda fixa foi positiva, mas o anúncio da S&P recolocou o pessimismo com o real no radar, o que contribuiu para manter o câmbio acima de R$ 2,10/US$ e deixou o BC em alerta para a necessidade de eventuais novas intervenções, após duas operações de swap recentemente. As evidências sugerem que o rompimento do patamar de R$ 2,15/US$ tende a gerar uma reação da autoridade, embora não dê para apontar intervalos confiáveis em um momento de intensa instabilidade.

Finalmente, no curto prazo, passado este ajuste às tensões dos últimos dias, o Ibovespa deve responder aos números chineses.

Na agenda da semana, destaque para diversos índices de inflação (IPC-S, IPC-Fipe, IGP-10 e prévia do IGP-M), além da Pesquisa Mensal do Comércio, índice IBC-Br e o fluxo cambial.etária do país.

No Brasil, os dias têm sido mais movimentados, não apenas pela instabilidade externa, mas também por diversos fatores domésticos de grande relevância. O dólar tem mantido elevada volatilidade, diante do comportamento global da moeda e em meio a este cenário de reavaliação dos investidores com relação ao Brasil. A decisão de remover o IOF de 6% na renda fixa foi positiva, mas o anúncio da S&P recolocou o pessimismo com o real no radar, o que contribuiu para manter o câmbio acima de R$ 2,10/US$ e deixou o BC em alerta para a necessidade de eventuais novas intervenções, após duas operações de swap recentemente. As evidências sugerem que o rompimento do patamar de R$ 2,15/US$ tende a gerar uma reação da autoridade, embora não dê para apontar intervalos confiáveis em um momento de intensa instabilidade.

Finalmente, no curto prazo, passado este ajuste às tensões dos últimos dias, o Ibovespa deve responder aos números chineses.

Na agenda da semana, destaque para diversos índices de inflação (IPC-S, IPC-Fipe, IGP-10 e prévia do IGP-M), além da Pesquisa Mensal do Comércio, índice IBC-Br e o fluxo cambial.


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